Pode acontecer.
As federações comerciais americanas e brasileiras concordam que em torno de 20% dos restaurantes fecham suas portas já no primeiro ano de funcionamento e mais 40% fecham nos quatro anos seguintes.
No conjunto dos motivos reconhecidos tem “aposta errada”, um pouco de “culpa dos outros” e uma boa dose de “falta de sorte”.
Como o foodservice é considerado viciante, de um jeito ou de outro é comum se investir novamente, sendo assim importante reduzir os exageros das vaidades, pensar por inteiro e evitar os mesmos erros.
Como começar certo.
As histórias de sucesso, com suas causas e consequências, normalmente se iniciam antes dos primeiros desenhos, num plano prévio que descreva os propósitos do projeto. Esse plano é um trabalho profissional para restaurantes corporativos com o nome de Plano Funcional. Para lojas ou restaurantes comerciais chama-se Plano de Negócio.
Plano Funcional para restaurantes institucionais.
. hospitais / escolas / corporativos
Plano de Negócio para restaurantes comerciais.
. cafés / bares / fast food / casual food / restaurantes / hotéis / pousadas
São os complementos que formatam a ideia.
Com um bom plano, o pior que pode acontecer é constatar em seus desdobramentos iniciais que aquela boa ideia, de repente, ficou quase inviável. Mas como é o início ainda há como mudar ou até mesmo cancelar o projeto. Até aqui o custo é baixo. O grande prejuízo, com suas perdas de investimento, tempo e moral, é descobrir tudo tarde demais.
Um dominó invertido.
A pressa e os detalhes esquecidos levam as melhores ideias a atropelos, retrabalhos de obras e equipamentos mal adaptados. Os prazos e os custos saem fora de controle e os palpites dos “amigos que só querem ajudar” ainda pioram as coisas. A esta altura o otimismo soa cínico, a ansiedade assume os trabalhos, as relações se tensionam, sempre falta alguma coisa e depois de tudo pronto a operação simplesmente não decola.
Soluções diferentes para os mesmos tópicos.
Seja para um novo projeto, uma reforma parcial ou apenas mudanças pontuais, são os planos prévios que definem o hardware (equipamentos e instalações), o software (programas funcionais), as equipes de trabalho e as necessidades de investimento. É mais que um roteiro administrativo de investimento, porque é técnico e exige experiência profissional no ramo. É nesse momento, que os consultores da FCSI unem suas conexões internacionais com a criatividade local.
O plano sempre precede ao projeto.
Todo mundo sabe que um bom projeto precisa de ideias novas, produtos de valor, pessoal treinado e uma estrutura planejada. É no plano prévio que isso tudo é colocado na mesa, discutido e aprovado para seguir com a arquitetura, engenharia e montagem. Pensar por inteiro equivale a um seguro de investimento. Consulte a Precx e peça um plano.